
Uma produtora cinematográfica
que trama território, memória e
experiência sensorial.
O tipiti é uma tecnologia indígena de fibras trançadas, criada para extrair o sumo da mandioca. Sua trama se comprime sob tensão, fazendo da pressão uma força de transformação.
Na Tipiti Filmes, criamos filmes a partir das relações entre pessoas, lugares e tempos. Entre a ficção e o documentário, aproximamos realidades, memórias e imaginação, buscando em cada filme uma linguagem própria.
Cinema como
relação
Desenvolvemos filmes a partir da convivência e da atenção aos seres que habitam os lugares. Nosso trabalho se aproxima de histórias e realidades atravessadas pela violência, pela exploração, pelos deslocamentos, pelos conflitos socioambientais e pelas rupturas da memória.
Entre a ficção e o documentário, exploramos a duração, a escuta e a experiência vivida como princípios de criação cinematográfica, atentos às relações entre os seres, seus territórios e suas histórias.
Nossa abordagem considera as dimensões políticas, materiais e espirituais da experiência, acolhendo contradições e respeitando aquilo que não se deixa traduzir ou explicar por completo.


Tipiti Filmes, por
Dani Drumond
Dani Drumond é cineasta mineiro, diretor, diretor de fotografia e montador, com atuação entre o documentário e a ficção. Seu trabalho parte do encontro com pessoas, territórios e memórias para investigar modos de vida, disputas em torno da terra e conflitos socioambientais. É fundador da Tipiti Filmes, um ateliê de criação cinematográfica dedicado ao desenvolvimento e à realização de filmes autorais.
Dirigiu, roteirizou, fotografou e montou Água Rasa, exibido na Mostra de Cinema de Tiradentes e vencedor do prêmio de Melhor Fotografia no UrbanoCine; Filadelphia, premiado com o Prêmio de Solidariedade à Classe Trabalhadora no Canadian Labour International Film Festival e o Prêmio do Júri Popular no Festival Audiovisual Veracruz; e Histerectomia, curta-metragem documental codirigido com Meibe Rodrigues, em pós-produção. Dirigiu e fotografou Carne e Casca, vencedor de Melhor Curta-Metragem no Festival de Films Pêcheurs du Monde, na França, e codirigiu e fotografou Capitã Iracema com Marcio Martins, exibido no CurtaCinema e no Forumdoc.bh.
Como diretor de fotografia, assistente de montagem, colorista e coprodutor, trabalhou em Cantareira, de Rodrigo Ribeyro, premiado com o 3º lugar na Cinéfondation do Festival de Cannes, Trófeu Candango pela Melhor Direção de Fotografia de Curta-Metragem no Festival de Brasília, Grande Prêmio do CurtaCinema, Melhor Filme no Goiânia Mostra Curtas, Prêmio Canal Brasil e Prêmio Revelação do Kinoforum.
Assina também a direção de fotografia e a coprodução de A Natureza, Migué, Massagem e Animais, este último realizado no Film7Days BRICS Special Edition, na Rússia, onde recebeu o 2º lugar, além de Verde, de Rodrigo Ribeyro e Gustavo Auricchio. Atualmente, codirige com Anderson Krenak o longa-metragem documental Nhuk Nak Nengãn – Aqui é minha terra, em pós-produção. Estudou Cinema Documental nos Ateliers Varan, é graduado em Comunicação Social pela ECA-USP e mestre em Comunicação pela UFMG.









































